somos [email protected]

Esta é parte do texto publicado ontem por Eduardo Pitta antes da apresentação pública do MPI. Denote-se a diversidade profissional presente na referida lista.

Realiza-se hoje, em Lisboa, no Cinema São Jorge (16:00h), a apresentação pública de um Manifesto pela igualdade no acesso ao casamento civil, documento que traduz o apoio ao casamento entre pessoas do mesmo sexo. Na mesa vão estar Daniel Sampaio, Isabel Mayer Moreira, Fernanda Lapa, Ana Zanatti e Pedro Marques Lopes.

Na impossibilidade de citar os mais de mil subscritores desse Manifesto, deixo aqui alguns nomes. São pessoas de todas as profissões, com representatividade na sociedade civil, designadamente escritores, poetas, ficcionistas, ensaístas, críticos, artistas plásticos, fotógrafos, cineastas, músicos, actores, médicos, advogados, magistrados, arquitectos, pediatras, deputados, sociólogos, jornalistas, antropólogos, investigadores, psicólogos, empresários, dirigentes associativos, editores, livreiros, autarcas, psiquiatras, sindicalistas, historiadores, geógrafos, informáticos, juristas, coreógrafos, apresentadores de televisão, biólogos, colunistas, linguistas, arqueólogos, físicos, humoristas, politólogos, encenadores, galeristas, bloggers, curadores de museus, programadores culturais, professores de todos os graus de ensino, bem como, naturalmente, activistas LGBT e centenas de anónimos.

3 comentários:

rifa disse...

Dei uma vista de olhos aleatoriamente na lista quando já ia nos 1444 subscritores e o que me intriga é não encontrar também mais [email protected], motoristas, [email protected], [email protected], operá[email protected], [email protected] de limpeza, [email protected], secretá[email protected], rá[email protected], talhantes, [email protected], polícias, recepcionistas, vigilantes, [email protected] de call center, [email protected], desportistas, estafetas, [email protected], [email protected] de loja e outras profissões de sempre. Onde é que andam? Encontrei por acaso um ferroviário, um caixa, um despachante, um chefe de armazém e um vendedor, por exemplo.

poor guy fashion victim disse...

Rifa. A homofobia, a sacra homofobia. Ou é novidade que nos sectores com menos poder social (real ou simbólico) que a homofobia mais actua?

Plúvio disse...

http://chovechove.blogspot.com/2009/05/pela-igualdade.html